COLABORE COM O PEQUENO COTOLENGO

Documento que foi escondido na Pedra Fundamental do Pequeno Cotolengo completa meio século

5/10/2018
Últimas

Em abril do ano passado, próximo ao aniversário do Pequeno Cotolengo, o diretor da instituição, Padre Renaldo Amauri Lopes fez uma descoberta emocionante e cheia de lembranças.

Enquanto limpava a Pedra Fundamental da instituição, percebeu uma fissura bem delimitada e resolveu abrir. Dentro da pedra encontrou um compartimento que escondia um documento enrolado com data de 06 de outubro de 1968.

Neste ano ainda não existiam moradores vivendo na instituição, apenas o terreno que foi doado por algumas famílias amigas. O momento era de unir forças de religiosos, comunidade e parceiros para conseguir arrecadar recursos e construir o primeiro lar, destinado ao acolhimento de pessoas com deficiências físicas e intelectuais.

O pergaminho escondido na pedra traz, por meio dos seus escritos, um pouco do sonho compartilhado por todos que apoiavam a construção da obra em Curitiba. São instruções do que deveria ser o Pequeno Cotolengo Paranaense.

Esse importante documento histórico completou nesse mês de outubro, meio século de existência.

Relembrando

Quando o documento foi descoberto, ele estava enrolado dentro de um cone de couro e envolto por muita água que infiltrou na pedra ao longo de todos os anos em que ficou escondido.

O medo de perder o conteúdo que faz parte da história da instituição foi grande, mas mesmo rodeado de água apenas uma pequena parte do pergaminho se desfez, mantendo o conteúdo totalmente compreensível.

Sinal de Fé

Esse fato emocionou ainda mais os fiéis que conhecem a história do santo fundador do Pequeno Cotolengo, São Luis Orione, por ter proximidade com uma história sobre o santo.

Logo que Orione faleceu, seu corpo foi colocado em uma cripta, no subterrâneo do Santuário de Tortona, e após aproximadamente 25 anos houve uma grande enchente que inundou o local. Quando abriram a cripta de São Luis Orione tiveram a surpresa em constatar que seu corpo estava intacto, mesmo depois de tanto tempo e mesmo depois da enchente que inundou o local.

Hoje o corpo do santo está exposto para visitação dos fiéis, numa redoma de vidro, no Santuário de Tortona.

Memória Restaurada

No final de 2017 o documento foi restaurado com muito amor e zelo pelas restauradoras Maria Angela do Amaral Faria e Clara Landim Fritoli, e já está de novo aos cuidados do Pequeno Cotolengo. É uma forma de manter essa lembrança que faz parte da história da instituição.

Posts Relacionados

Parceiros Mantenedores