COLABORE COM O PEQUENO COTOLENGO

Pelos direitos da Pessoa Idosa

1/8/2017
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Representantes do Pequeno Cotolengo foram eleitos novamente para compor o Conselho Municipal de Direitos da Pessoa Idosa (CMDPI) até 2019.

A eleição aconteceu no dia 06 de julho e as entidades eleitas vão representar a sociedade civil no órgão durante o biênio 2017/2019.

O composição do Conselho é formada por 20 conselheiros, sendo 10 representantes do poder público municipal e 10 da sociedade civil. Cada conselheiro titular tem um suplente, e os conselheiros não são remunerados.

Os titulares da sociedade civil e seus suplentes são eleitos por seus pares em Assembléia Geral Específica, para mandado de dois anos. São representantes de entidades diretamente ligadas à defesa de direitos ou ao atendimento da pessoa idosa.

Entre as entidades de defesa de direitos e de atendimento à pessoa idosa, além do Pequeno Cotolengo foram eleitos o Centro de Assistência Social Divina Misericórdia; Associação Paranaense dos Portadores de Parkinson; Associação Fênix; Liga Paranaense de Combate ao Câncer (LPCC), Agência Nacional em Mobilidade (Anamob) e a Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Algumas das atribuições dos membros do conselho é fiscalizar e cumprir a política municipal da pessoa idosa, estabelecer prioridades e definir a aplicação dos recursos públicos federais, estaduais e municipais destinados à política municipal da pessoa idosa, propor modificações nas estruturas dos órgãos governamentais diretamente ligados à causa, incentivar e apoiar a realização de eventos e estudos, além de receber petições e denúncias de qualquer pessoa por desrespeito aos direitos assegurados aos idosos.

Priscila Guimarães atua como Gerente de Desenvolvimento Institucional no Pequeno Cotolengo, e irá representar a instituição no conselho, tendo como suplente o padre Renaldo Amauri Lopes, diretor da entidade.

“É fundamental que as organizações se façam presentes nos conselhos, pois essa é uma oportunidade de atuar diretamente em busca de melhorias que vão impactar, não só na organização em que você trabalha, mas em toda a sociedade, podendo transformar a realidade que vivemos. É uma chance de contribuir, de trazer ideias, de debater e propor soluções“, conta Priscila.

Atualmente são oito moradores do Pequeno Cotolengo com mais de 60 anos. Ainda neste ano mais três moradoras vão atingir a terceira idade, e outros seis vão completar 60 anos até 2019.

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